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Ser feminina é dar

13 Sep 2017

 

Eu aprendi a lutar. Isso tem sua força e o seu lugar.

 

Pelo lutar aprendi a ver os meus desejos e a defendê-los. Aprendi sobre individualidade, sobre propósito, sobre como lidar com o mundo. As resistências minhas e do mundo fazem parte desse enredo. É um jogo de poder e isso nos dá uma sensação de importância e potência.

 

Mas para conviver, receber e sentir-me confiante, estou aprendendo que o investimento é de outra ordem. É na entrega que sentimos uma real liberdade na alma. Quando acessamos um espaço de confiança, podemos relaxar.

 

 

Mas como criar esse caminho de entrega?

Como se soltar da eterna batalha?

Dando.

 

 

 

Esse é o espaço do feminino. Criar uma ponte de apoio com o outro, com o ambiente e por fim com o maior.

O feminino é um canal de acolhimento, um convite para a confiança.

 

 

Difícil para a mente impregnada das exigências da individualidade ceder. Sempre tive dificuldade de entender a renúncia. Parecia que algo estava sendo tirado de mim. Eu que lutava tanto ainda precisava ceder “meu” espaço.

 

O apoio, a doação, o envolvimento são as portas da entrega, e por fim da paz. Sendo o apoio do outro, o gol não é o que você precisa. É ser canal para esse outro se diluir e confiar. Isso não é anulação, é ser a própria dádiva. É se assumir como o próprio universo que nutre, é ser mãe da felicidade.

 

Dentro de uma relação saudável, quem dá é aquecido. O cuidado também precisa de suporte. Para a prosperidade ser fluida, o suporte é mútuo. Finalmente o masculino e o feminino se integram e são um.

 

foto: Flora Negri (@floravnegri)

 

 

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