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Juliana Coelho de Andrade

 

"Antes de Herói eu era apenas noite, presa ao seu mistério, silêncio e sedução. Depois de Herói eu resolvi olhar pro dia, pra clareza, perceber companhia, o prático, a luz de fora. Mas não foi tão fácil, tão simples. Depois de muitas "rasteiras" (obrigada, "rasteiras"!), de repetição de padrão, de resistências... Depois que fui ao limite do insuportável, só restava o caminho de volta. E resolvi que era hora de avançar na caminhada. Herói me chamou. Eu fui! Me deparei com 10 homens, 10 caminhantes, 10 curiosos, 10 heróis. Todos buscávamos entender melhor a energia masculina, tinha algo de errado com o que estávamos vendo/sentindo lá fora, e na nossa caverna, quase escondidos, choramos, rimos, trouxemos as nossas crianças, lembramos de onde viemos, e começamos a entender que a verdadeira força está na mente. Aprendi a honrar essa energia linda, pura, sensível. Entendi que se vive de equilíbrio, que a energia masculina impulsiona, protege, enfrenta. Eu preciso dela! Apliquei isso à minha vida prática e ficou menos pesado, sinto-me menos vulnerável, tenho menos raiva das coisas, pois limite é algo precioso na vida da gente. Herói foi um lindo início. Os meninos foram foda! Se abraçaram, teve enfrentamento, ninaram-se, teve colo, teve perdão. Foi lindo vê-los! Eu, definitivamente, precisava estar ali. Obrigada, Lula, pela tua condução! Amorosa e inspiradora. Obrigada, Lorena, por ter me mandado para Herói, você acreditou em mim. Ainda tenho um bom caminho pra caminhar, foi mais um passo, agora piso e sigo com mais clareza, presença, leveza e amor. Eu comecei!"


Juliana Coelho de Andrade, 16/05/2017.

 

foto: Paspatur Fotografia

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