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Quando feminino e masculino se olham

23 Aug 2016

 

 

Em nossa cultura, a força masculina foi distorcida e a feminina, calada. Acabamos hipervalorizando imagens de poder, supremacia e controle. E isso é fácil de entender. O feminino nos preenche de tal forma que muitas coisas da vida moderna se tornariam dispensáveis. Haveria menos ansiedade e consumo. Mais colo e carinho.


Mesmo com lavagens cerebrais por parte da mídia, essas sabedorias jamais se perdem. Estão na natureza. Nos astros. Em nós.


A energia feminina pode ser expressa pelo coração amplo de qualquer pessoa. Ela relaxa e sacia. Faz amor. Une por dentro. A energia masculina também tem seu jeito de amar. Penetra, questiona, semeia. Serve de farol. Homens e mulheres a demonstraram no decorrer da História, afirmando seu propósito de vida pacificamente num meio desafiador: Mandela, Gandhi, Luther King, Madre Teresa, Nize da Silveira e tantos mais.
 

Existe uma tentativa insistente para se enquadrar homens e mulheres em perfis de compra. Mas o feminino e o masculino são forças que vão muito além das caricaturas das gravatas ou maquiagens das propagandas. Estilos e formas podem ser muitos. Para quem transcende os esteriótipos, há algo em comum: o masculino e o feminino são gentis. Se expressam de modos diferentes, mas são gentis. Parece que, no íntimo, homens e mulheres descobrem que não são auto-suficientes. Então, ficam mansos. E passam a olhar com ternura pra quem eles tanto precisam.

 


foto: Flora Negri (@floravnegri)

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